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quarta-feira, 10 de abril de 2013

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Conversas com ele

Tínhamos que fazer um trabalho com ele sobre o seu animal favorito. Decidimos registar a conversa com ele e ilustrá-la com algumas imagens sobre o tema.
" O animal preferido do Henrique

1. Henrique, qual é o teu animal preferido? Porquê?

É o cavalo. Porque os cavalos não cheiram mal, só os porcos. Não gosto dos porcos.

2. E quantas patas tem um cavalo?

Four. Em português como é que se diz? Quatro.

3. E o que é que os cavalos fazem?

Ihihih!

4. O que é que os cavalos comem?

Ervas. Os cavalos não comem árvores, só os dinossauros comem árvores (já viste aquele dinossauro que é o fofinho?).

5. Quais são os teus cavalos preferidos?

Eu gosto de muitos. Gosto de cães e cavalos. Gosto do Rofty e o Bullseye

6. O que é que os cavalos gostam de fazer?

- Comer ervas

- Correr

7. De que cor são os cavalos?

Pretos e não gosto de Brancos. E o cavalo do Dartacão é yellow. Amarelo, vês?

8. Onde moram os cavalos?

Na sua casa. A “cavaliça” que quer dizer casa. (Que quer diz “cavaliça” em inglês?)

9. Sabias que os cavalos têm dentes muito grandes?

Sim, mas eu não tenho, vês?

Eu não gosto de cavalos assim com os dentes grandes. Os cavalos têm os dentes pequeninos como a Luísa.

10. Será que podíamos comprar um cavalo para a nossa casa?

Os cavalos podiam entrar na nossa casa porque eles estão cheios de frio. Podíamos fazer uma casa para eles...

11. Com quem é que tu gostavas de andar a cavalo?

Não sei... com a princesa...

12. Tens outro animal preferido?

Sim, o Dartacão...

13.02.2012,

Henrique e pais"

terça-feira, 19 de julho de 2011

O Henrique

O Henrique está bem e recomenda-se. Anda numa fase muito engraçada, com muitas expressões de gente crescida. Há dias fez uma asneira daquelas e eu controlei-me para não me descontrolar e passei quase uma hora a dizer "Henrique, agora ficas no teu quarto para não nos zangarmos", sem lhe olhar bem nos olhos, e ele saia e eu repetia a lengalenga. De repente, chega ao pé de mim e diz "Afinal mamã, o que é que se passa? Porque é que estás assim comigo?" Se eu não estivesse danada com ele até me tinha rido do seu ar disfarçado, mas na altura não estava para aí voltada.
Temos tido alguns episódios de birras, infelizmente, e confesso que já foi mais fácil dar-lhe a volta. Mas depois é doce e muito bem disposto.
Adora a escola. Fala muito de todos os colegas e de todas as pessoas que com ele "trabalham". Lá, sente-se em casa, e eu também... Eles são os primos, os tios e os avós que ele não tem por perto, e não podíamos ter encontrado melhor família alargada. Sei que este espaço que o ajudou a crescer vai fazer-lhe muita falta para o ano e confesso, estou ansiosa com a mudança. Mas ele é um menino sociável e vai acabar por encontrar o seu espaço no novo grupo.
Já sabe "ler" alguns dos livros de que mais gosta (decorou as histórias e gosta muito de as contar) e tem muita expressividade. Imita muito bem expressões de filmes e recria cenas. Está numa fase virada para o espectáculo e adora ter público para fazer as suas macacadas. A irmã é uma das suas fãs e ri de tudo o que ele faz (o que o deixa especialmente vaidoso).
Sei que sente falta de algum tempo só para ele com os pais e eu (nós) também sinto muito. Tenho que fazer um esforço maior para que estes momentos sejam possíveis, agora que a mana está mais crescida e já não está tão dependente de mim.
É o meu filho mais velho, lindo de morrer, e apesar de todas as birras (que me deixam com vontade sei lá do quê) tenho um orgulho enorme no menino que estou a ver crescer porque sei que é um grande menino. 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Legislativas 2011

Sabe que "o Chico perdeu e o Passos Coelho ganhou". E remata-se com "às vezes perdemos".

Durante a campanha dizia que "Sócatis" era mau e sabia de cor as músicas e frases entoadas nos comícios.
Ilustrou estes dias assim:

Mesmo sem ter noção do que estava em causa, envolveu-se nos eventos a que o levámos e participou à sua maneira. 
Nós vamos continuar a fazer o nosso papel que é trazê-lo a participar naquilo em que acreditamos, mostrar-lhe que a mudança é possível e só depende de nós. Ideologias à parte, espero que daqui a uns anos se revele um cidadão activo porque é disto que a nossa sociedade precisa.

terça-feira, 24 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Selecção musical

O Henrique tem, neste momento, duas músicas de eleição: A canção dos abraços, do Sérgio Godinho, e a Rita (Catita), da Ana Faria. É delicioso vêlo cantar a segunda porque articula a letra toda na perfeição, aprendeu na escola. Quanto à primeira, fica agarradinho a nós a dar-nos um abraço e a cantar. E que bem que sabe.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Saber perder

O Henrique gosta muito de jogar na Wii e o seu jogo preferido é o jogo das espadas do Wii sport resort. Nós não nos importamos que o faça com peso e medida, o problema é que ele não sabe perder. Fica irritado com os bonecos que ganham e chega mesmo a chorar de raiva. Nesse momento, pára o jogo!
O pai entretanto conversou com ele e disse-lhe que perder faz parte do jogo e que às vezes perdemos. A conversa parece ter resultado porque ontem a postura dele já foi diferente. Quando perdia repetia vezes seguidas "não faz mal, às vezes perdemos, não é? não é, mamã? às vezes perdemos (nas palavras dele é mais, pademos)." Repetia-o tantas vezes como se precisasse de se convencer daquilo e foi para a cama a repetir a frase "às vezes perdemos, não é mamã?". Fiquei orgulhosa do meu filho porque sei que custa a todos admitir esta tão grande verdade, quanto mais a um menino de 3 anos. 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O Henrique

O Henrique, por ser o mais velho, vai ser o primeiro de quem vou falar.
Está um miúdo giro e bem disposto, mas com um feitio cada vez mais torto. É teimoso como uma mula e responde-nos tantas vezes que não que às vezes o chamamos "Henrique não", ao que ele responde, "não é Henrique não, é só Henrique". Mas, "no privado", é o menino mais doce. Diz "tenho saudades tuas, mamã", logo de manhã, e dá-me beijos como se não nos víssemos há muito tempo. Acorda com as galinhas e entra-nos no quarto a dizer coisas do género: "dormiste bem? O henrique acodou bem disposto!"
Do alto dos seus três aninhos, já é muito autónomo, despe-se e descalça-se sozinho, mas gosta muito que o ajudem a comer (na escola já não o faz há muito). É grande e bem pesado com um metro de altura e 16 Kg que custam a carregar mas a quem não podemos negar colo porque afinal de contas não passa de um bebé, o nosso bebé mais velho. 
Estes meses foram e estão a ser complicados para ele. Passámos muito tempo sozinhos os três, o que fez com que, muitas vezes, lhe pedisse para esperar quando me pedia para brincar ou quando queria de alguma coisa, por ter a irmã a chorar ou a precisar de algo. Nos primeiros dois meses, respirava fundo antes de o ir buscar ao colégio porque sabia que até à hora do jantar, quando o pai chegava, tudo podia acontecer. O tapete da sala foi inúmeras vezes molhado por xixi porque ele escolhia precisamente a hora das mamadas para pedir para ir à casa de banho. Como sabia que eu não podia interromper o que estava a fazer dizia "mamã, vou fazer aqui!" e fazia. Ponderei muitas vezes deixar de amamentar por causa destas situações e cheguei mesmo a tirar leite de propósito para dar à Luísa em pelo menos uma das mamadas em que estava sozinha com os dois. Foi uma boa solução, ela comia mais depressa e ele não se sentia tão enciumado. 
Enfim, muitas soluções foram pensadas e postas em prática para tentar minimizar os efeitos de uma bebé em casa, mas sei que não foram suficientes. Sofreu com toda esta mudança, apesar dos nossos esforços para que isso não acontecesse. Tenho pena, por isso. Mas tenho a certeza de que hoje é imensamente feliz e, tal como nós, já não saberia viver sem a sua "mana uísa".