Fartei-me de dizer que desta vez queria um parto programado. Não gosto muito de imprevistos sobretudo quando o Henrique esta envolvido e, neste sentido, preferia planear tudo com calma, deixar tudo organizado em casa e ir descansada ter a criança. O médico concordava, mas só a partir das 39 semanas. Quis o destino que as 38 semanas e 4 dias, numa consulta de referencia na MAC, uma medica simpática, ao tentar descolar-me a membrana, me rebentasse as aguas. E vai dai, já não pude sair dali, fiquei logo internada as 16 e picos do dia 25 Outubro. Fiquei chateada com a Sra. Dra., para não dizer outra coisa, porque para alem de não ter deixado muitas coisas organizadas, sabia que todo o processo ia ser muito mais demorado. O marido foi buscar o filho ao colégio, a mãe foi lá para case e eu instalei-me no quarto número 10. O marido trouxe o pc pois a espera adivinhava-se longa. Por volta das nove, depois de jantar, comecei a sentir as primeiras contracções. O soro milagroso veio umas duas horas depois e "bateu forte". As duas estava com 3 para 4 dedos de dilatação e as três ram-me a epidural. Fiquei no céu... Mas por pouco tempo. Antes das quatro já me contorcia novamente com dores e em 15 minutos estava a desesperar porque senti que a miúda ia mesmo sair. A equipa demorou mais tempo do que eu esperava, para mim demorou uma eternidade. As 4:32 nascia a Luisa, linda e a berrar imenso. Teve apgar 10 ao primeiro minuto.
As duas horas em que fiquei no recobro e em que ficamos os dois a admirar a nossa menina foram deliciosas. Há momentos que saboreei mais desta vez por já saber serem tão especiais, este foi um deles. Olhar para os olhos dos nossos filhos pela primeira vez, sentir-lhes o cheiro, a primeira vez que lhes damos de mamar... Aquelas duas primeiras horas são fantásticas.
No dia seguinte estava ansiosa com a chegada do Henrique. Por coincidência fiquei exactamente no mesmo quarto e na mesma cama de há dois anos atras. O Henrique chegou a dormir e deitei-o na cama. O meu bebe de há dois anos cresceu tanto tanto. Tive pela primeira vez a certeza de que já não e sim tão bebe, e um bebe-menino. Quando acordou perguntei se queria conhecer a Irma. Quando a viu soltou um "oh Luisa!", que e como quem diz "chegaste, já estas aqui!". Tudo correu melhor do que o esperado, pelo menos nos primeiros dias. No geral ressentiu-se um pouco, como seria de esperar, mas nada de anormal, acho. Mas este tema fica para outro post.
Os primeiros dias em casa foram passados a 4 como nos queríamos. Isso foi muito importante para nos. Desde aí a nossa vida tem sido uma roda viva. Confesso que não tinha previsto uma mudança tão brusca. Os meus fins de tarde, com os dois sozinha, são hilariantes. Aí vejo que tenho dois bebes. Mas nada que não se controle, contando muitas vezes ate 10. A calma e descontração que temos com um segundo filho fazem milagres na gestão das aventuras do dia a dia.
Enfim, ando de rastos mas feliz. Quer dizer, agora um pouco angustiada por ter uma bebe doente e o outro em casa. Mas também este desafio vamos ultrapassar com sucesso, mais cedo ou mais tarde. A minha menina e muito forte.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Nem sei por onde começar
Quando estamos tanto tempo sem escrever, ainda por cima numa fase destas em que a minha vida mudou tanto, e difícil saber por onde começar.
A escrita deste post afigura-se difícil, não só pelo motivo acima enunciado, mas também por estar a utilizar um daqueles brinquedos que a Apple lançou recentemente e que o marido insistiu em deixar comigo esta noite para eu ter com que me enterter.
Parece que foi preciso a minha filhota ficar doente para eu ter tempo para actualizar o blog e para falar um pouco dela e da alegria que trouxe as nossas vidas. A Luisa esta desde a passada Quarta feira internada na Estefânia com uma bronquiolite. O seu estado tem melhorado muito mas tem sido dias difíceis, como podem imaginar, por ela e pelo Henrique que não percebe muito bem porque e que a Irma e a mãe saíram de casa há uns dias e ainda não voltaram. Deste episódio não falo mais, só quando terminar, talvez. Esperamos que o fim esteja para breve.
Ps: a falta de assentos deve-se a minha inexperiência com o aparelho
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A escrita deste post afigura-se difícil, não só pelo motivo acima enunciado, mas também por estar a utilizar um daqueles brinquedos que a Apple lançou recentemente e que o marido insistiu em deixar comigo esta noite para eu ter com que me enterter.
Parece que foi preciso a minha filhota ficar doente para eu ter tempo para actualizar o blog e para falar um pouco dela e da alegria que trouxe as nossas vidas. A Luisa esta desde a passada Quarta feira internada na Estefânia com uma bronquiolite. O seu estado tem melhorado muito mas tem sido dias difíceis, como podem imaginar, por ela e pelo Henrique que não percebe muito bem porque e que a Irma e a mãe saíram de casa há uns dias e ainda não voltaram. Deste episódio não falo mais, só quando terminar, talvez. Esperamos que o fim esteja para breve.
Ps: a falta de assentos deve-se a minha inexperiência com o aparelho
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A minha experiência com o SNS
Factos:
- Quando há pouco mais de 5 anos alterei a minha residência e me inscrevi no Centro de Saúde a que pertenço actualmente, havia cerca de 3000 utentes sem médico de família, hoje há cerca de 7000 (de acordo com informações da fincionária da secretaria);
- Na gravidez do Henrique fui exclusivamente seguida no privado. Quando o médico me passou um atestado para ficar em casa, nos últimos 10 dias de gravidez, tive que enfrentar o caos que é ser doente sem médico e precisar de uma baixa para apresentar na Segurança Social.
- Todas as caras tortas que enfrentei na altura e todos os comentários do género "não são cá seguidas e depois vêm cá pedir as baixas" ou "eu não sou obrigada a passar baixa a uma doente que não acompanho", levaram-me a fazer a promessa de que, numa próxima gravidez, seria lá acompanhada desde a primeira consulta.
- Quando soube que estava grávida da Luísa, dirigi-me logo ao Centro de Saúde e foi-me marcada a primeira consulta para a médica que atende doentes sem médico para dali a quase 3 meses (tinha 13 semanas de gravidez).
- Tudo correu muito bem (uma consulta por mês sem atrasos, a médica fantástica, super atenciosa...) até a médica ter tido a infelicidade de partir o pé durante as suas férias em Julho.
- A minha última consulta foi no dia 2 de Agosto: fui atendida por outra médica que estava a fazer o favor de ver as análises das pacientes da colega que estava de baixa.
- Desde então não tive mais consultas, ninguém me sabe dizer quando ou se vou voltar a ser vista antes do final da gravidez porque não há médicos disponíveis; pedem-me para ligar a pedir informações, mas depois nunca têm informações novas.
Conclusão: Se não estivesse também a ser seguida no privado, estava em maus lençóis porque completo hoje 34 semanas de gravidez, sei que devo ser reencaminhada para a MAC a partir da semana 36/ 37 e não tenho a mínima ideia de quando vou voltar a ser vista por um médico daquele centro de saúde.
Eu digo que é deste tipo de incentivo à natalidade que nós precisamos, um SNS capaz de garantir uma boa assistência às grávidas.
Pedido
Alguém tem a lista de coisas a levar na mala (para a mãe e bebé) do Hospital dos Lusíadas? Ainda não sei se vou ter a menina lá ou na MAC (se a "coisa" evoluir normalmente, como do Henrique, vou para a MAC, se tiver que ser induzido, vou ter com o meu médico aos Lusíadas), mas gostava de estar preparada para as duas situações.
Este blog está meio parado ou neste momento não me apetece mostrar o que sinto a toda a gente
Fico triste por ver que esta gravidez não está a ser tão registada como a do Henrique e que mesmo em relação ao meu menino mais velho, estou a deixar passar muitos momentos importantes. Mas a verdade é que me sinto com pouca vontade de me abrir neste espaço. Ficam as fotos que falam mais do que mil palavras. (e o FB que não é tão visitado).
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Visitas à MAC
Tal como aconteceu há cerca de um mês atrás, ontem fiz uma visitinha às urgências da MAC. Barriga muito dura e dorida, sobretudo no fundo e um desconforto grande, desde há dois dias, levaram-me a decidir passar lá depois do trabalho para ver se estava tudo bem. O CTG acusou contracções, tal como já tinha acontecido em Agosto mas, de resto, tudo ok. Tenho que descansar mais depois do trabalho e evitar fazer esforços.
No meio disto tudo, o meu maior stress era ver as horas a passar e saber que a creche do Henrique fechava às seis. Como sempre, só tenho a agradecer às pessoas daquela instituição. Uma pessoa prontificou-se para ficar com ele até às seis e meia e eu saí da MAC a correr às seis e vinte, apanhei um taxi (3,5 euros de táxi, acho que o taxista só não recusou a viagem por eu estar grávida) e cheguei lá mesmo a horas. Muito obrigada sempre!
Antes de sair da MAC ainda tive a felicidade de ver uma bebé não recém nascida, mas acabada de nascer. Ainda tinha a pele um pouco sujinha. Linda, linda, moreninha. Deve ter nascido de cesariana e a enfermeira trouxe-a para o pai a conhecer. Claro que não pude deixar de pensar na minha Luísa que vou conhecer daqui a mais ou menos um mês.
Foi um dia cheio de emoções, algum stress mas que me deixa esta imagem na cabeça de uma recém nascida linda, como todas, que eu não sei quem é mas a quem desejo as maiores felicidades do mundo.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Hora de acordar
Hoje acordava às seis e meia da manhã com o Henrique a gritar "Mamãaa, o sol já acordou!!!".
E assim se começa o dia, bem pela fresquinha :))
E assim se começa o dia, bem pela fresquinha :))
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Curtas dele
Quando está no supermercado ou numa loja, passa à frente de quem estiver para pagar, levando alguma coisa na mão e diz ao caixa: "Xenhô, poxo pagar?" E repete a mesma conversa até ser ouvido.
Gosta muito de contar. Conta até 13 muito explicadinho: "xinco, xeis, xete, ôto, nuobe.... onxe..."
Quando me zango com ele sai-se com um "oh mamã.... goto muito de ti!" Safado, tenta dar a volta à situação com mimos e beijos (e tão difícil que é manter uma cara séria)
Anda agora com a mania de responder "xim, tabém" quando lhe pedimos para fazer alguma coisa. Ou isso ou "Não quéio!!", e aqui é mais difícil dar-lhe a volta.
Gosta muito de contar. Conta até 13 muito explicadinho: "xinco, xeis, xete, ôto, nuobe.... onxe..."
Quando me zango com ele sai-se com um "oh mamã.... goto muito de ti!" Safado, tenta dar a volta à situação com mimos e beijos (e tão difícil que é manter uma cara séria)
Anda agora com a mania de responder "xim, tabém" quando lhe pedimos para fazer alguma coisa. Ou isso ou "Não quéio!!", e aqui é mais difícil dar-lhe a volta.
Deste mês de ausência
As férias nos Açores passaram depressa. Foi muito bom rever amigos e o tempo foi muito pouco para matar todas as saudades dos grandes e dos pequeninos cujo crescimento, com grande pena minha, não acompanho.
O Henrique esteve muito bem, adorou o convívio com a família paterna e sobretudo com os primos. Foram muitos mergulhos e muitas gargalhadas que ele traz bem guardados e que recorda diariamente.
Quando regressámos, ainda fiquei mais uma semana com ele em casa porque o colégio só reabriu a 6 de Setembro. Foi uma semana tranquila, nostálgica, de certa forma, porque senti que estava a chegar ao fim o mês inteirinho que passei com meu filho. E há quanto tempo não passávamos tanto tempo juntos.
O regresso à escola foi pacífico. Estava com saudades de todos e distribuiu abraços e beijos como gente grande. Quando chegou, foi ter à antiga sala, mas quando dissémos que já não era a sala dele, foi para a outra e depressa se ambientou. Tem outro tipo de brinquedos, mais brinquedos de "faz de conta" e ele, que adora recriar histórias e inventar situações, encaixou-se lá perfeitamente. Tem ficado bem todos os dias, felizmente.
Entretanto, Segunda-feira fomos à pediatra para uma consulta de início de ano lectivo e comprovámos aquilo de que já suspeitávamos: nestes últimos 5 meses aumentou 4 cm e quase 1,5 Kg. Está bem e recomenda-se, portanto. De resto, tudo normal. Fala bastante e já consegue estabelecer pequenos diálogos connosco, repete tudo o que dizemos. O desfralde diurno está concluído, apesar de ainda termos deslizes, o nocturno não me parece que seja para já, não vou avançar para aí neste momento. Falei à pediatra do feitio torto dele e da "convicção" com que manifesta as suas vontades. Disse-me o que eu já sei, a conversa é o melhor remédio e os limites estabelecem-se já pois mais tarde a tarefa pode complicar-se. Quanto às implicações da chegada da mana, frisou a questão de ser muito importante dedicar-lhe todo o tempo disponível e, de certa forma, pô-lo a ele em primeiro lugar, uma vez que, pelo menos nos primeiros tempos, as necessidades da bébe se resumirem a barriga cheia, fralda limpa e pouco mais. Procurar estar o mais disponível possível para ele, quando ele chegar a casa do colégio, quando estiver em casa de licença.
Por agora é tudo, as notícias da gravidez guardo-as para amanhã, quando vier comemorar mais uma semana de Luísa embutida.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
28 semanas
Estamos bem, de baixa esta semana porque a tensão estava muito baixinha (8.7-7) e, apesar de esta noite ter sido mais fresca do que as anteriores, foi, para mim, a pior desta semana. Estou acordada desde as 5 porque a menina Luísa andou em alta festa esta noite cá dentro. Ontem deitei-me com a barriga toda dorida, como se tivesse andado a fazer exercício e durante a noite ela não parou de andar às voltas. Se a sensação de barriga dorida não passar logo vou às urgências da MAC porque não quero ir de férias sem saber como ela está (sim, no Sábado já voamos paa os Açores onde vamos estar durante duas semanas :)))
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Despedidas
Hoje o Henrique despede-se de uma auxiliar que está com ele desde o início no colégio. Vai reformar-se e por isso vai deixar de acompanhar um grupo de bebés/ meninos que viu crescer desde os primeiros meses de vida e de quem sei que gosta muito.
Fizemos-lhe um postal no qual, entre outras coisas, escrevemos o seguinte: "tendo em conta o número de horas que ele cá passa, arrisco-me a dizer que até hoje é capaz de ter passado com ele mais horas do que nós". Não sei se será exactamente assim ou não, não é assim tão relevante. Mas sei que se assim for, tenho a sorte de poder dizer que esse tempo foi passado com pessoas fantásticas, uma espécie de prolongamento da nossa família que gostam muito dele, que lhe transmitem muitas coisas boas, muito amor, contribuindo da melhor maneira para o seu desenvolvimento. O Henrique não tem avós por perto, e claro que tenho pena disso. Mas sei que tem a sorte de ter muitas outras pessoas, no colégio, que fazem esse e outros papéis e só tenho pena que não o possam acompanhar durante mais tempo. Somos uns sortudos e por isso só temos que deixar um Muito Obrigada à Beatriz e a todas as outras pessoas que contribuem todos os dias para que o nosso filho seja um menino feliz!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
26 semanas
Esta gravidez tem sido tão diferente da primeira. Tem sido vivida muito menos intensamente, quer a nível pessoal quer a nível familiar. Às vezes sinto-me mal por isto. Parece que lhe damos menos importância. Mas não é isso, tenho a certeza. Simplesmente temos muitas outras preocupações e temos um filho que requer toda a atenção que requer um menino de dois anos. É uma filha tão desejada e tão aguardada como foi o Henrique.
Para de certa forma começar a materializar a chegada da Luísa, comprámos no passado fim de semana uma cómoda onde já começaram a ser organizados os seus pertences. Há algumas coisas do Henrique que vão servir perfeitamente, mas não consigo resistir à compra de outras, digamos, mais femininas. Logo, não podia deixar de haver uma gaveta dedicada aos vestidinhos e afins. No meio de tudo isto, confirma-se que a secção de menina é muito maior do que a de menino.
Fui também buscar acessórios que eram do Henrique como o termómetro da água, a escova de cabelo, e outras coisas do género que não vou precisar de comprar desta vez.
Preparativos à parte, posso dizer que a Luísa é uma bebé muito mexida. A minha barriga anda em roda viva como não andava na primeira gravidez e isso para mim é um descanso pois é uma confirmação diária de que está tudo bem. E está, de facto. Segunda-feira tivemos consulta e pudemos maravilharmos com a nossa menina no ecrâ. Levámos, como sempre, o Henrique e ele, quando o médico tirou o ecógrafo, virou-se para o televisor e disse "xau, uisa, adeus...". É um fofo, quando quer. De resto estava tudo bem. Apesar de a minha tensão continuar baixa, 10-7, sinto-me bem, muito mais cansada, mas bem. Engordei mais dois Kg (já vão 3 desde o início), o que me parece muito bem.
Em relação ao Henrique, tem vivido a chegada da mana muito na dele. Ele sabe que vai ter uma bebé lá em casa, já a sentiu e até conversa com a barriga, mas dá um ar muito desligado. Nós também não insistimos, tem tempo. Está em pleno processo de desfralde e parece que está finalmente a entrar no bom caminho, pois os descuidos são cada vez menos. Não se tem dado muito bem com o redutor por isso temos optado por ter o bacio na sala, sempre, para que ele se lembre de pedir para fazer xixi ou cocó e tem resultado. No colégio já não tem trazido roupa suja, o que é bom sinal. Está muito doce, carinhoso, beijoqueiro e é cada vez mais companheiro. Já vamos conversando, dentro do que lhe é possível o que faz com que os tempos sozinha com ele sejam diferentes, já não é aquela coisa de estar com um bebé, se é que me faço entender. Não tirando o Dartacão do primeiro lugar do podium, posso dizer que no momento tem um novo herói, o He-man. Era o favorito do pai que o influenciou e agora até já levanta a espada (do Dartacão) e diz "by the power of Greyskull", à sua maneira. Enfim, é o nosso menino, cada vez mais rapaz que está a crescer a olhos vistos e a tornar-se cada vez mais senhor do seu nariz.
Fico-me por aqui, hoje. A ver se logo posto uma foto da barriga que já começa a pesar, sobretudo à noite, quando quero dormir.
terça-feira, 13 de julho de 2010
A %#$#$%/( dos enjôos
Não reparei que o Nausefe tinha acabado e ontem à noite quando o ia tomar... nada na caixa. Resumindo, não o tomei ontem à noite nem hoje de manhã e estou mal, bastante mal. Já vomitei duas vezes hoje. À hora de almoço tenho mesmo que ir comprar uma caixa.
Só para que fique registado, às quase 24 semanas de gravidez continuo a enjoar muito e o que me continua a salvar é o Nausefe.
O meu beijoqueiro
Ontem estava deitada, já naquela fase do dorme-não-dorme e senti alguém a trepar a minha cama (senti o tilintar da chucha) e de repente, um beijo molhado na minha boca seguido de uma boa gargalhada. Eu até me assustei com o beijo mas depois fiquei toda derretida, como é natural. Tem tanto de brutinho como de doce este meu filho. É claro que depois não queria sair da minha cama. Como o pai ainda não tinha chegado a casa, achou que podia assumir o outro lado da cama (passado um bocado acabou por voltar para a cama dele).
Mais tarde, por volta da uma, diz o pai que estava a vir da cozinha e quando passou pelo sofá da sala teve a sensação de ver lá o Henrique deitado. Quando olhou melhor era mesmo ele, deitado no sofá a dormir. O pai levou-o para a cama e ele nem acordou. Devia ter picos a cama dele esta noite, coitadinho.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
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