terça-feira, 24 de junho de 2008
Ontem
Da primeira noite na cama nova...
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Mudança de cama
(na cama de grades)
(na alcofa)
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Já fomos a banhos... e outras notícias

terça-feira, 17 de junho de 2008
O que há de novo com o Henrique?
Acima de tudo, ele está cada vez mais rapazinho. É um safado, o orgulho dos pais. Mas não lhe digam nada, por favor. Não queremos que fique vaidoso… ;)



Sessão de Risos (1 Minuto)
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Portugal! Portugal! Portugal!
quarta-feira, 4 de junho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Quem é que está a crescer, quem é?
Para além disso, começa também a ficar com a natural pança. À homem, claro! Elas gostam de pancinhas, não é filho? Tem de ser. Por falar nisso, a tua cara está a começar a arranhar... Tens de fazer já a barba??? Ah, ok, limpamos-te mal a boca depois do biberon…
segunda-feira, 26 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
Spoooorrrrtiiinnnnnnngg!!!!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Um Mês de Henriquices
Coube-me hoje a tarefa de escrever neste espaço. Um mês de Henrique. O antes, o depois, o que é que mudou com a chegada do Henrique? Bem… A vida ganhou outro sentido!Não é o primeiro aniversário, mas este primeiro mensário está já repleto de significado. Sim, podem ser balelas e lamechices, mas vale sempre a pena partilhá-las. Há um mês nascia o Henrique, há um mês nascia o nosso filho. A expressão ainda soa estranha: “filho”, já temos um filho? Brutal.
Faltam-me as palavras para descrever o sentimento de ter um filho, de partilhar os dias com um filho, de sentir a responsabilidade de se ter alguém que depende de nós, que resulta de nós. Alguém que representa o maior legado que podemos deixar. São tudo sensações que confesso ainda estar a apreender e, sobretudo, a saborear de há um mês para cá.
Por outro lado, quando olho hoje para o Henrique, tenho fortes dificuldades em acreditar que nasceu apenas há um mês atrás. Há tão pouco tempo, como é possível? Mudou tanta coisa. Já nem consigo imaginar a vida sem ele. Eis os sintomas perfeitos de que algo muito grande aconteceu. Os sentimentos que despoletou são tão vastos que não concebemos o facto de tudo ter começado há apenas um mês.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Primeira Consulta
Em relação a pesos, medidas e afins, está tudo bem. Aos 25 dias estava com 3,700 kg. e 52 cm. A médica diz que vai ser grande, a contar pelo tamanho dos pés e das mãos... tem a quem sair. Falei-lhe da situação de ter começado a dar suplemento no Sábado porque percebi que ele ficava com fome depois de mamar. Faço um biberão com 60 ml de leite Nan e deixo que beba o que lhe apetece. Tem bebido 40 ml umas vezes, outras os 60 ml. Ela achou bem. Disse que tenho que ter sensibilidade para perceber a quantidade necessária para o satisfazer e não lhe dar a mais. Se o habituo a muito ele vai pedir cada vez mais e nós não queremos bebés obesos, pois não? A única coisa menos boa foram os gases que ela sentiu dentro da barriga. Quando lhe tocou parecia um tambor. Recomendou um bebegel que fizemos quando chegámos a casa. Saiu tanto ar daquela barriguinha (e outras coisas mais)... Coitadinho do meu menino.
Saímos de lá com algumas recomendações relativas à forma de limpar o nariz que tem andado entupido, e os olhos que estão sempre muito remelosos. Devo por uns pinguinhos de soro no canto de dentro do olho algumas vezes ao dia e deixar ficar sem limpar. No nariz também ponho soro mas antes de pingar para o nariz ponho duas ou três gotas na boca para ele se habituar ao sabor. No fim deu-nos os parabéns e disse que estávamos a tomar muito bem conta do nosso menino.
De resto, os dias têm corrido bem com algumas rabugices durante o dia mas noites bastante calmas. Só acorda de 3 em 3 horas para comer e eu dou-lhe a mama e depois o biberão com os olhos meios fechados e depois volto a deitá-lo. É capaz de ficar um pouco acordado e a rabujar se a chucha cai mas depois dorme tranquilo.
Bem, por agora é tudo. Fica mais uma foto deste fim-de-semana.
terça-feira, 29 de abril de 2008
O Henrique - Notas soltas
O Parto

Finalmente regresso a este cantinho para deixar o registo do parto e para continuar a registar os episódios desta aventura que teve início há alguns meses atrás quando descobrimos que íamos ser pais.
Comecei a sentir contracções no dia 9 de Abril. Contracções levezinhas durante a noite, mais fortes pela manhã e durante a tarde já tinham um intervalo de 15 minutos e eram constantes. Preferi não comentar com os meus pais que estavam comigo em casa para não dar falsos alarmes. Quando o João chegou a casa ao fim da tarde pedi para me levar a jantar a um indiano. Nada como um bom caril com picante para acelerar o processo, eu que o diga. Já nem tivemos tempo de pedir sobremesa.
Saímos do restaurante directamente para a MAC e chegámos lá por volta das 21:45. Passado pouco tempo entrei, ligaram-me ao CTG e confirmaram que as contracções estavam com um espaçamento de menos de cinco minutos. Ainda passeei um bocado pelos corredores da MAC e por volta das onze, onze e meia mandaram-me para o quarto nº 5 e chamaram o João. Eu confesso que me passei um bocado com as dores. Estavam tão próximas as contracções que eu nem tinha tempo de respirar. Quando finalmente me disseram que já me podiam dar a epidural respirei de alívio. Infelizmente não tive muito tempo para a aproveitar porque depois de me aplicarem a anestesia, ia voltar a deitar-me para me ligarem ao CTG e senti que já estava qualquer coisa a querer sair (sensação muito estranha, diga-se...). A partir daí foi tudo muito rápido. Foi só o tempo de voltarem a chamar o João e em cerca de cinco minutos o Henrique estava cá fora, precisamente às 2:25 do dia 10 de Abril.
A sensação de o ver pela primeira vez foi fantástica. Estava finalmente a conhecê-lo, finalmente a olhar, a sentir, a cheirar, a beijar o meu menino que já sentia há tanto tempo. Nunca vou esquecer. Ficámos mais duas horas no quarto com o pai e ele teve que se ir embora porque nos iam levar para a enfermaria.
Dos serviços da MAC só tenho a dizer bem. Todos os funcionários, médicos, enfermeiras, auxiliares, 5 estrelas. Só aponto o facto de o espaço reservado a cada mãe e bebé na enfermaria ser tão reduzido. Mal cabia o berço do Henrique. Quando vinham as visitas era caótico. Mas não se pode ter tudo...
No Sábado viemos para casa e passámos o primeiro fim-de-semana a três. A três mesmo, o que foi muito bom. Precisávamos daquele tempo só para nós, em família.








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(Com 1 dia)
(Hoje)



