terça-feira, 24 de junho de 2008

Ontem

Dobrou o riso pela primeira vez. Estava na cama a brincar. Hoje voltou a fazê-lo.
Tenho que gravar o som porque é a coisa mais deliciosa de ouvir.

Da primeira noite na cama nova...



Deitou-se às 21:00 e quando nos fomos deitar, por volta da uma, dei-lhe de comer. Depois, acordou para comer às 5:00 e às 8:00 e só "pediu para se levantar" ao meio dia.


Saldo positivo! Agora temos preparar o "regresso da cama" ao seu quarto. Acho que nos vai custar mais a nós do que a ele (vamos ter tantas saudades...).

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Poses...


Mudança de cama

Vamos começar a dormir na cama de grades. A alcofa já está a ficar muito pequena para o Henrique e decidimos trazer a cama de grades para o nosso quarto. Tínhamos pensado inicialmente mantê-lo na alcofa até irmos de férias, em meados de Julho, e quando voltássemos, em Setembro, ele ia directamente para o seu quarto. Mas dadas as circunstâncias (tamanho do Henrique e calor) os planos vão ser alterados.















(na cama de grades)


(na alcofa)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Já fomos a banhos... e outras notícias

É verdade, o Henrique já se estreou nas idas à praia e adorou. Na primeira vez, no dia 10 de Junho, ficou-se pela toalha e dormiu uma bela soneca. No Sábado seguinte já nos aventurámos um pouco mais e pusémo-lo dentro de água. A água estava a uma óptima temperatura e ele adorou a água e a areia. Foi muito bom para ele e para nós que percebemos que vamos um bom companheiro para o Verão.



Sei que estou muito em falta para com este blog mas não estou inspirada para escrever. O Henrique está um doce, muito simpático, cada vez mais risonho, como o pai referiu no seu último post e tudo isto teria que dar direito a muitos posts mas eu não tenho estado muito para aí virada.

Fica só o registo que com dois meses completos o Henrique está com 5.400 Kg e 58 cm o que é bastante tendo em conta que nasceu com 3.100 Kg e 48 cm. Está a crescer a olhos vistos e revela de dia para dia sinais de grande desenvolvimento. Fixa-nos tão bem e acompanha os nossos movimentos com muita atenção. Ri-se quando o pomos de frente para o espelho como se já se reconhecesse (eu sei que ainda é cedo...). Durante o dia não dorme muito (por acaso neste momento está a dormir há quase uma hora e meia...) e à noite tem que acordar religiosamente entre as quatro e as cinco da manhã para comer. Ainda não consigo que fique a dormir a noite toda seguida. Continuo a dar de mamar mas cada vez menos porque depois que começou com o suplemento o menino percebeu que o biberon dá-lhe uma maior quantidade de leite em menos tempo e por isso fica cada vez menos tempo em cada mama. Eu sou teimosa por isso continuo a tentar que beba do meu leite. Só desisto quando deixar de ter.


Enfim, tem sido uma experiência maravilhosa acompanhar diariamente o seu crescimento e muito gratificante.


Mas nem tudo são dias calmos. Na passada Terça feira passei o meu primeiro grande susto. Estava com o Henrique dentro do ovo e esqueci-me de por o cinto. Ia a descer umas escadas, tropecei e o menino caiu no chão. Fiquei gelada, sem saber o que fazer. Ele ao início não chorou mas quando lhe pegámos deve ter-se assustado e começou a chorar imenso. Como é ainda muito pequenino, decidimos ir com ele para o D. Estefânia. Fez uma radiografia e depois um TAC para confirmar se estava tudo bem. Como a realização do TAC podia implicar a aplicação de anestesia, tiveram que por um cateter e isso sim custou muito, a ele e a mim. Tiveram que picá-lo quatro vezes até apanharem uma veia e ele chorou tanto. Nem é preciso dizer como é que fica uma mãe ao assistir a isto tudo. A anestesia acabou por não ser necessária porque ele de tão cansado adormeceu e não se mexeu nada durante o TAC. Depois veio o mais chato, a espera do resultado. Soubemos em pouco tempo tempo que estava tudo normal mas a médica não nos pode dar alta enquanto não chegou o relatório escrito do neurocirurgião o que implicou termos que passar a noite no hospital. Por um lado senti-me mais segura porque ele estava a ser monitorizado e acompanhado pelas pessoas mais competentes para o efeito. Mas por outro custou tanto ter que passar a noite com ele sozinha num espaço estranho, sem conforto nenhum para ele. Saímos por volta das quatro da tarde de Quarta feira e estavamos os dois estafados. Ele chegou a casa e depois de um banho dormiu durante mais de 3 horas. Eu acompenhei-o em determinada altura.

Quando olho para trás vejo que tudo não passou de um susto e que vou passar muitos destes, com certeza. Mas enquanto tudo estava a acontecer confesso que pensei no pior e inevitavelmente atribui a mim as responsabilidades por toda a siutuação e por tudo o que pudesse acontecer. Por isso deixo a nota, nunca se esqueçam do cinto no ovo, NUNCA, nem nos passeios mais curtos, nem quando os levam de um quarto para o outro, NUNCA!


Prometo voltar em breve e não deixar este cantinho abandonado tanto tempo.

terça-feira, 17 de junho de 2008

O que há de novo com o Henrique?

De facto, passam-se os dias e muitas coisas acontecem. Ele dorme, ele come, ele ri, ele chora, ele rabuja, ele palra, ele está bem disposto, ele está mais aborrecido, ele está mais crescido, ele está mais comprido, ele está menos careca, ele está mais rechonchudo…

Acima de tudo, ele está cada vez mais rapazinho. É um safado, o orgulho dos pais. Mas não lhe digam nada, por favor. Não queremos que fique vaidoso… ;)





Sessão de Risos (1 Minuto)

Este Henrique começa já a dar uns risos que são a alegria dos pais. Alguns são espontâneos, outros claramente provocados por nós (cóssegas na bochechas resultam). Mas há uma semana aconteceu uma verdadeira sessão de risos. Engraçou com a máquina fotográfica e, de forma inesperada, não parou de sorrir. Um malandro...

Embora não estejam muito boas, as fotos abaixo são a prova sequencial do que aconteceu no espaço de um minuto:













segunda-feira, 9 de junho de 2008

Portugal! Portugal! Portugal!

O Henrique também comemorou a vitória da selecção, devidamente equipado com o cachecol que o pai lhe ofereceu. :)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

terça-feira, 27 de maio de 2008

Quem é que está a crescer, quem é?

Não é para nos gabarmos (quero dizer… no fundo…), mas este Henrique está a ficar crescido. Já parece um homenzinho, todo janota. Já sorri, já segura a cabeça e, imaginem, já solta alguns grunhidos… Este rapaz é uma promessa, sem dúvida.


Para além disso, começa também a ficar com a natural pança. À homem, claro! Elas gostam de pancinhas, não é filho? Tem de ser. Por falar nisso, a tua cara está a começar a arranhar... Tens de fazer já a barba??? Ah, ok, limpamos-te mal a boca depois do biberon…

segunda-feira, 26 de maio de 2008

EU VOU

No dia 31 de Maio, EU VOU! Reviver a minha adolescência, EU VOU!
E não vou poder deixar de me lembrar das tardes que passei com as minhas amigas a cantar as músicas do Keep the Faith dos Bon Jovi... que saudades!
Aqui fica uma pequena homenagem

domingo, 18 de maio de 2008

Spoooorrrrtiiinnnnnnngg!!!!

Como bom sportinguista, o Henrique comemorou com o pai a conquista da Taça contra o FCP!
Com direito a chucha e tudo! Força Sporting!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Gostamos muito...

... das visitas da tia Xana.



Tens que vir cá mais vezes.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

terça-feira, 13 de maio de 2008

O Henrique adora

Dormir com as mãos debaixo da cara. Sai à mãe.

Vejam lá:

(Com 1 dia)

(Hoje)

Dorme...

...só mais um bocadinho filho. A mamã vai só tomar um duche bem rapidinho.


(será que vai dar tempo?)

sábado, 10 de maio de 2008

Um Mês de Henriquices

Coube-me hoje a tarefa de escrever neste espaço. Um mês de Henrique. O antes, o depois, o que é que mudou com a chegada do Henrique? Bem… A vida ganhou outro sentido!

Não é o primeiro aniversário, mas este primeiro mensário está já repleto de significado. Sim, podem ser balelas e lamechices, mas vale sempre a pena partilhá-las. Há um mês nascia o Henrique, há um mês nascia o nosso filho. A expressão ainda soa estranha: “filho”, já temos um filho? Brutal.

Faltam-me as palavras para descrever o sentimento de ter um filho, de partilhar os dias com um filho, de sentir a responsabilidade de se ter alguém que depende de nós, que resulta de nós. Alguém que representa o maior legado que podemos deixar. São tudo sensações que confesso ainda estar a apreender e, sobretudo, a saborear de há um mês para cá.

Por outro lado, quando olho hoje para o Henrique, tenho fortes dificuldades em acreditar que nasceu apenas há um mês atrás. Há tão pouco tempo, como é possível? Mudou tanta coisa. Já nem consigo imaginar a vida sem ele. Eis os sintomas perfeitos de que algo muito grande aconteceu. Os sentimentos que despoletou são tão vastos que não concebemos o facto de tudo ter começado há apenas um mês.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Primeira Consulta

Ontem foi dia de consulta com a pediatra. Saímos de lá tão orgulhosos com o nosso menino. Não chorou nem um pouco enquanto a médica o examinava e passou o tempo todo de olhos bem abertos a olhar para a médica e para nós. Quando nos fixa com o olhar percebemos que já nos conhece tão bem, que já sabe que somos os seus companheiros do dia a dia e sente-se mais seguro por saber que estamos ali com ele.

Em relação a pesos, medidas e afins, está tudo bem. Aos 25 dias estava com 3,700 kg. e 52 cm. A médica diz que vai ser grande, a contar pelo tamanho dos pés e das mãos... tem a quem sair. Falei-lhe da situação de ter começado a dar suplemento no Sábado porque percebi que ele ficava com fome depois de mamar. Faço um biberão com 60 ml de leite Nan e deixo que beba o que lhe apetece. Tem bebido 40 ml umas vezes, outras os 60 ml. Ela achou bem. Disse que tenho que ter sensibilidade para perceber a quantidade necessária para o satisfazer e não lhe dar a mais. Se o habituo a muito ele vai pedir cada vez mais e nós não queremos bebés obesos, pois não? A única coisa menos boa foram os gases que ela sentiu dentro da barriga. Quando lhe tocou parecia um tambor. Recomendou um bebegel que fizemos quando chegámos a casa. Saiu tanto ar daquela barriguinha (e outras coisas mais)... Coitadinho do meu menino.

Saímos de lá com algumas recomendações relativas à forma de limpar o nariz que tem andado entupido, e os olhos que estão sempre muito remelosos. Devo por uns pinguinhos de soro no canto de dentro do olho algumas vezes ao dia e deixar ficar sem limpar. No nariz também ponho soro mas antes de pingar para o nariz ponho duas ou três gotas na boca para ele se habituar ao sabor. No fim deu-nos os parabéns e disse que estávamos a tomar muito bem conta do nosso menino.

De resto, os dias têm corrido bem com algumas rabugices durante o dia mas noites bastante calmas. Só acorda de 3 em 3 horas para comer e eu dou-lhe a mama e depois o biberão com os olhos meios fechados e depois volto a deitá-lo. É capaz de ficar um pouco acordado e a rabujar se a chucha cai mas depois dorme tranquilo.
Ah, já me esquecia. Experimentei a Tummy tub no Domingo e correu bem, ele gostou bastante. Para repetir com certeza.

Bem, por agora é tudo. Fica mais uma foto deste fim-de-semana.

terça-feira, 29 de abril de 2008

O Henrique - Notas soltas




O Henrique é um bebé delicioso. É calmo no geral e só fica mais agitado quando vêm as malditas cólicas. Até hoje tivémos 3 noites chatas em que ele decidiu rabujar muito depois da mamada das cinco da manhã. De resto, tem-se portado muito bem. Mama de 3 em 3 horas e está a crescer dentro do que é esperado.

Temos passeado muito e pode dizer-se que ele adora andar de carro e no seu carrinho de rabinho tremido.

Como é de pequenino que se torce o pepino, na Sexta-feira não pudemos deixar de o levar à marcha do 25 de Abril na Avenida da Liberdade. À noite, teve direito a ir ver o concerto da tia Xana no Grande Auditório do CCB. O concerto foi muito bom e ele portou-se muito bem. Ficámos na última fila para o caso de termos que sair a meio mas não foi preciso. Esteve muito quietinho a ouvir a tia a cantar.

Por agora é tudo. Prometo que agora venho cá mais regularmente actualizar este cantinho.

O Parto


Finalmente regresso a este cantinho para deixar o registo do parto e para continuar a registar os episódios desta aventura que teve início há alguns meses atrás quando descobrimos que íamos ser pais.

Comecei a sentir contracções no dia 9 de Abril. Contracções levezinhas durante a noite, mais fortes pela manhã e durante a tarde já tinham um intervalo de 15 minutos e eram constantes. Preferi não comentar com os meus pais que estavam comigo em casa para não dar falsos alarmes. Quando o João chegou a casa ao fim da tarde pedi para me levar a jantar a um indiano. Nada como um bom caril com picante para acelerar o processo, eu que o diga. Já nem tivemos tempo de pedir sobremesa.

Saímos do restaurante directamente para a MAC e chegámos lá por volta das 21:45. Passado pouco tempo entrei, ligaram-me ao CTG e confirmaram que as contracções estavam com um espaçamento de menos de cinco minutos. Ainda passeei um bocado pelos corredores da MAC e por volta das onze, onze e meia mandaram-me para o quarto nº 5 e chamaram o João. Eu confesso que me passei um bocado com as dores. Estavam tão próximas as contracções que eu nem tinha tempo de respirar. Quando finalmente me disseram que já me podiam dar a epidural respirei de alívio. Infelizmente não tive muito tempo para a aproveitar porque depois de me aplicarem a anestesia, ia voltar a deitar-me para me ligarem ao CTG e senti que já estava qualquer coisa a querer sair (sensação muito estranha, diga-se...). A partir daí foi tudo muito rápido. Foi só o tempo de voltarem a chamar o João e em cerca de cinco minutos o Henrique estava cá fora, precisamente às 2:25 do dia 10 de Abril.

A sensação de o ver pela primeira vez foi fantástica. Estava finalmente a conhecê-lo, finalmente a olhar, a sentir, a cheirar, a beijar o meu menino que já sentia há tanto tempo. Nunca vou esquecer. Ficámos mais duas horas no quarto com o pai e ele teve que se ir embora porque nos iam levar para a enfermaria.
Dos serviços da MAC só tenho a dizer bem. Todos os funcionários, médicos, enfermeiras, auxiliares, 5 estrelas. Só aponto o facto de o espaço reservado a cada mãe e bebé na enfermaria ser tão reduzido. Mal cabia o berço do Henrique. Quando vinham as visitas era caótico. Mas não se pode ter tudo...

No Sábado viemos para casa e passámos o primeiro fim-de-semana a três. A três mesmo, o que foi muito bom. Precisávamos daquele tempo só para nós, em família.