Sobre o papel do pai na gravidez, espera-se total solidariedade com a mãe. Apoiá-la quando ela precisa, tentar de alguma forma atenuar os seus enjoos e más disposições naturais deste período de completa mudança.Tento fazê-lo, dando o meu melhor. Mas não deixo de me sentir diminuído na tarefa… Afinal de contas, trata-se apenas de apoiar a verdadeira protagonista desta maravilha da natureza: a mãe. Então e eu, pá? Não tenho direito a ser protagonista? Sou apenas um acessório ou assessor de todo o processo? Está mal!

Também quero enjoos e tonturas! Também quero sentir que sofri pelo rebento que aí vem! Também quero sentir-me um herói de todo este processo. Exijo paridade neste processo de sacrifícios! Mas parece que a natureza assim não o quis… Enfim… Tenho de formar o MPDE - Movimento dos Pais pelo Direito ao Enjoo!




