quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Há um ano foi assim

No dia 13 de Agosto, confirmámos uma suspeita. Foi o início de uma grande viagem.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

As noites

O Henrique nunca nos deu uma noite de sono completa, mas normalmente acordava uma vez a meio da noite, entre as quatro e as cinco, e depois às oito ou nove da manhã. Ultimamente, não sei se pela agitação das férias, come à meia noite, meia noite e meia, e a partir daí acorda várias vezes entre a hora das refeições, come mais vezes e depois de comer demora a voltar a pegar no sono, coisa que nunca acontecia antes. Para compensar as horas mal dormidas durante a noite, quando ele acorda por volta das oito, pegamos nele para a nossa cama e conseguimos que durma connosco até às dez e tal, onze. O meu receio é que esta rotina se mantenha quando nós já não pudermos ficar na cama até mais tarde. Já me estou a ver a ir todos os dias trabalhar com aquelas olheiras fantásticas de mãe.
Esperamos dias melhores...

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

As férias

Têm-me permitido conhecer-me melhor enquanto mãe. E uma coisa é certa, sou bastante possessiva. E não considero isso um defeito, só uma forma de ser. Habituada a vários meses sozinha com ele, tenho algumas (muitas) dificuldades em abdicar dos nossos momentos a dois, e acabo por "forçá-los" quando os programas em grupo não o permitem.
Percebi também que tenho alguma (muita) dificuldade em ver os seus hábitos alterados. Durante o último mês, mês e meio em Lisboa procurei habituar o Henrique a passar algum tempo sozinho com os seus brinquedos, a adormecer sem colos e outros auxílios e posso dizer que tive sucesso. Antes de virmos de férias, era um bébé que ficava perfeitamente na sua cadeirinha enquanto fazíamos outras tarefas ou enquanto comíamos, que adormecia quase sempre sozinho e que não tinha o hábito do colo. Foram conquistas difíceis de alcançar e considero-as muito importantes uma vez que em Setembro o Henrique vai para o colégio e sei que irá sofrer se for um daqueles meninos que requer muita atenção. Custa-me ver que tudo isto possa ser posto em causa em um mês de férias em que não estamos sozinhos e em que "tenho que" adaptar as necessidades do menino às vontades de todos aqueles que não estão habitualmente com ele e querem matar saudades. Fico revoltada e chateada comigo enquanto mãe por ter que por as necessidades de um bébé em causa por causa das vontades dos adultos, mas as circunstâncias por vezes obrigam-me a isso.
Vivo este dilema diariamente e procuro encontrar soluções mas sinceramente estou a ter algumas dificuldades.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Para mais tarde recordar




Das férias em terras açorianas

Não há tempo para relatar tudo mas posso dizer que todos os dias vivemos experiências novas. Com cada uma sinto-o a crescer, a tornar-se mais desenvolto, a ganhar mais destreza.



















Como o tempo tem ajudado, têm sido umas férias muito molhadas. Temos passado os dias entre a piscina, a praia e até já o levámos a banhar-se em alto mar. Os banhos têm sido quase sempre ao ar livre, num duche com água bem fresquinha e pelos sorrisos que lança só posso dizer que se delicia. À noite acompanha-nos nas nossas caminhadas e dorme enquanto tomamos uma cervejinha na esplanada. Acho que estamos a ter as férias que idealizámos, tentando não nos privar de nada e procurando que ele nos acompanhe sempre para todo o lado (aliás, é nosso propósito não o deixar com ninguém, a não ser que seja extremamente necessário).

Tem sido muito giro dá-lo a conhecer aos amigos que só o conheciam através do blog. Ele, como menino simpático que é, brinda todos com um dos seus sorrisos lindos.

Com tudo isto anda com um apetite descomunal. Combinámos com a pediatra só introduzir a papa aos 4 meses se ele estivesse a perder peso, o que não se verifica, e a sopa se ele estivesse com problemas de intestinos, o que também não acontece. Assim, vamos deixar as colheres e os pratos para quando voltarmos a Lisboa, e mantemo-nos só a leite.

Por agora é tudo, voltamos quando tivermos algum tempo disponível.